Resenha: A Herdeira


Oi gente, essa é a ultima resenha da série "A seleção", pois a autora Kiera Cass ainda não publicou mais nenhum livro, ela já prometeu a continuação, mas é só no ano que vem! (Chorei). 35 homens e uma garota, uma nova seleção começou!

O 4º livro da série ''A Seleção'' conta agora a história da princesa Eadlyn, a primogênita de Maxon e América e por isso a herdeira do trono. Para acalmar os ânimos dos descontentes, ela precisará passar por uma seleção, a primeira onde 35 garotos disputarão uma garota. Acontece que Eadlyn foi criada para ser a Rainha e como tal não aceita que mandem nela. Decidida a não deixar que a seleção mude seu destino ela já sabe como fazer para que todos os pretendentes saiam correndo do palácio - já que dessa vez eles poderão optar por sair se desejarem. No entanto, com o avanço dos dias e a proximidades com aqueles garotos tão diferentes, a princesa acaba se envolvendo com a história de vida de vários deles.
Com o passar do tempo Eadlyn passa também a questionar seus modos, tudo o que ela sempre acreditou ser verdade absoluta dá espaço a dúvidas nunca antes sentidas.
Em paralelo com a seleção, temos uma América madura e amada pelos seus súditos e um Maxon cansado pelo peso da coroa. Além disso há províncias se revoltando contra a monarquia e não há um plano B, ou a seleção dá certo ou não terá como evitar a revolta dos súditos.


Kiera manteve a linha de escrita dos outros três livros. Há também um ponto interessante: nós não sabemos quem ela vai escolher e nem mesmo se ela vai escolher algum dos meninos. Cada um pode criar sua torcida, porque pelo menos uns 4 selecionados tem boas chances de ganhar o coração dela. Mesmo durona a gente acaba percebendo que ela está se encantando e passando a considerar a possibilidade de abrir seu coração.
No começo eu senti falta de romance... Como em ''A Seleção'' tinha América e Aspen no começo e logo mudou para Maxon e depois para Aspen de novo e assim por diante, eu achei que seria algo mais romântico, só que a princesa é muito diferente da América. A vontade dela é de não casar nunca, então antes do romance vai ser preciso algum deles quebrar o muro que ela criou em volta de si mesma. É nessa parte que voltamos aos selecionados e começamos a analisar qual deles será capaz de fazer isso. Sinceramente, ainda não tenho um favorito.
Em contrapartida a todo esse clima tenso no ar, há também os momentos de descontração, algumas referências são feitas da época em que América e Maxon participaram da outra seleção, o que nos deixa bastante saudosos.


Uma coisinha me incomodou. Como a história é sobre Eadlyn o foco deixa de ser América e Maxon e isso me deixou triste... Pensar neles como mais velhos e que para a Eadlyn ser rainha eles tem morrer me causou uma sensação estranha. O nome do Aspen não apareceu nenhuma vez, era somente soldado Lager, Madame Lucy e Madame Marlee, o que também foi esquisito. Demorou alguns capítulos para eu conseguir entrar no livro e entender que é uma estória nova. Alguém poderia ler ''A Herdeira'' sem ler os livros anteriores e estaria tudo bem. Não há nada que precise ser explicado, é como se fosse outra série apenas com alguns personagens semelhantes.



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